quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Nascer do sol

Há, e hoje eu vou entrar na internet, deixar meu status no msn como ausente, por que eu sei que sempre tem uns carinhas chatos que vivem me chamando,  sentar no sofá e ficar olhando o computador de cinco em cinco minutos, e nada de você entrar, vai demorar horrores só por que nessas horas, como explicaria a raposa ao pequeno príncipe "Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos" e mesmo eu me preparando, parece que nunca estou preparada o suficiente pra você, e vezenquando sinto que não há tanta alegria enquanto você não chega. E ainda assim nada de você entrar, e quando eu quase desisto, você entra, me diz o que fez hoje, agente conversa sobre música, sobre faculdade, sobre filosofia, sobre o tempo, sobre nós, sobre tudo, sobre nada. E uma das melhores conversas nossas são as quando falamos sobre nada, por que eu percebo o quanto queria poder estar ao seu lado, e você fala que quando estivermos cara a cara vamos falar muita coisa sem dizer nada. E eu me mordo toda, literalmente, minha boca tá quase em carne viva e eu tô adorando! E eu tô pirando com isso tudo, não sei bem ao certo como isso vai terminar, mas se continuar me fazendo sorrir fácil, me fazendo ficar piegas e cafona,me fazendo rolar na cama e sonhando com o nascer do sol eu vou continuar querendo que você me cative!

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Querer não é poder

 E essa é uma das horas que eu mato e morro de vontade de TE ligar, desculpa te decepcionar, mas o meu "TE" é amplo, não é só por que eu estou afim de ti, caidinha mesmo, que eu não tenho vontade de ligar para todos aqueles que já foram os meus esses. Claro que eu direciono meu foco, todo mundo faz isso, mas é que às vezes eu não sei bem o que eu quero querer com você, o que eu posso querer... Por que no fundo mesmo agente tem tantas limitações que não sabemos ao certo distinguir o que agente quer e o que agente precisa. Agente sempre deseja o príncipe, o fodão, mas aquelezinho, assim mesmo, no diminutivo tão singularzinho é o que nos faz bem, de verdade. E você é mais velho, o que pra mim não dá nada, mas pra você eu sou uma menininha desesperadamente normal e louquinha como todas as outras, teu abraço me pira e eu ando escrevendo muito sobre você e pensando muito em você, mas não acredite que por causa disso eu só pense em você, por que como eu já disse agente não sabe distinguir o que agente precisa do que agente quer. Eu preciso de alguém como você, que me faz escrever igual a uma doida, que me faz ficar olhando boba pra você, o que de tão ruim chega a ser MARAVILHOSO, por que você é tão singularzinho pra mim. Você nunca me prova que 2+2 é quatro e eu sei que eu preciso de um cara como você, mas eu quero mesmo esses carinhas fúteis que vivem me deixando scraps, me deixando depoimentos, mensagens offline no msn e sms's no celular. E você não faz nada disso, e eu piro cada vez mais com você. Às vezes tenho vontade de te pedir pra me levar pra casa, pra minha ou pra sua, tanto faz! Mas, você não faz nada disso e pra piorar ainda investiga meu passado e eu só queria pirar em você, mas você não me deixa, não se deixa... Só sei se o que agente quer nunca é o que agente precisa. E eu queria te ligar, só pra dizer que eu sei sim, do alto dos meus 20 anos que eu preciso de um cara como você, ainda que eu não possa, ainda que eu não deva ou ainda que eu não saiba te querer!

Que raios eu faço com você?

E hoje, meu amigo fulano me disse que mais dois cafunés e você ia me beijar, mas eu fui embora e nem te dei tchau e quando eu fui embora você me ligou e falou "beijão" e eu falei tá. E quando meu outro amigo saiu com agente você quis saber que raios ele andava comigo pra cima e pra baixo, mas você ainda assim não quis sentar do meu lado, você não me fez cafuné e eu nem sei ao certo o que vejo em você. Também queria poder entender o que diabos vou fazer com você, depois de terminar com esse joguinho e conseguir o que eu acho que eu quero. Faço o que? Ou melhor, falo.. beijos me liga que eu tô indo embora!? Por que com todos os outros seria muito fácil fazer isso, virar as costas, mas eu queria mesmo te ninar, fazer cafuné ou sexo oral, não necessariamente nessa ordem, sei lá! Mas você anda frio, quente, frio, quente, morno, pegando fogo, congelando, quente e eu tô pirando com isso, tá pior que brincadeira de vivo/morto! Mas, que raios, eu me pergunto de novo, eu faria com você? Te dar tchau? E eu achando que tava apaixonada, mesmo não podendo, mesmo não querendo... O que eu faria apaixonada por um cara que mora há 280 km da minha casa? NADA! Não sei se quero te pegar, se eu posso te pegar, por que sei que se eu fizer isso, vou me apaixonar e eu sou do tipo de mulher que quando se apaixona vai de zero à louca em um segundo! Então, simplesmente não faço nada, fico aqui, com a minha melhor cara de paisagem bonita, sorrindo e acenando. Mesmo assim penso.. que raios eu faria com você?

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

O lindo ogro

Eu queria e estou tentando, desesperadamente, às vezes, te entender, de verdade, sacas? Você sempre interpreta o ogro comigo, não importando a situação, mas, de vez em quando, eu olho pra você e vejo no seu sorriso ou no seu olhar (nunca sei bem, sempre acabo me perdendo nos dois mesmo) uma doçura qualquer, um beijo amor, você me diz e eu me assusto de novo, sempre me assusto quando você me chama de amor. Você não é assim, eu não posso, não de novo, antes de tudo eu não quero me apaixonar por você. Por que no nosso contrato não existem letras miúdas, aliás, o nosso contrato é resumido em um parágrafo único, escrito em letras garrafais "RELAÇÃO ESTRITAMENTE SEXUAL, NÃO SERÁ ACEITO QUALQUER TIPO DE AFETO, SE EXISTIR QUEBRA DE CONTRATO HAVERÁ UMA REFORMULAÇÃO DESTE PSEUDO-RELACIONAMENTO". Mas, hoje você me pediu pra dormir na sua casa, pediu também que te fizesse um cafuné e eu dormi, e eu te fiz, e ainda, antes de dormir fiquei te olhando dormir. Eu entendo que os hormônios são sim os grandes culpados por isso, culpo também o fim do ano, há também uma parcela de culpa daquele ex-amor mal resolvido e ainda que atribuídas as devidas parcelas de culpa, nada aqui se resolve assim, só atribuindo, distribuindo a culpa, além do mais, do que importa quem é o maior culpado? Mas, às vezes, eu queria que você me olhasse com a mesma doçura de quando você me deixou em casa hoje e disse "vai dormir menina!". Há, há quanto tempo eu não ouvia "menina" soa até bonito assim "ME-NI-NA", pra ser sincera essa semana já ouvi o "gostosa" e todos os seus derivados (não que eu de fato o seja, mas existe uma construção em frente da minha casa, o que jutifica muitos dos cometários), mas, menina, nossa! E com doçura no olhar na hora de me deixar em casa ainda? Mesmo assim, mais ou menos na hora de eu me encantar com você me lembro que ODEIO seus amigos, que nas suas festinhas sempre tem 78343491 menininhas morrendo por você, lembro também do jeito que você me deixa na cama pra falar com suas gatinhas no msn, ou como quando você me deixa às pressas em casa por que você tem algum compromisso inadiável! Na maior parte das vezes nem ligo pra tudo isso, mas, quando você está aqui em mim, na minha cabeça, na minha cama... hmm! Como eu te queria meu...

Unhas Vermelhas (6)

Sempre fui meio... puritana? Quero dizer puritana não, só tinha e ainda tenho (agradeço à Deus todos os dias por ainda ter) NOÇÃO, fato. É que sempre fui menininha demais, pequenininha demais, chaveirinho demais, com carinha de menininha de 12 aninhos (meu pai jura ser essa minha idade, ainda hoje)! E se tem uma coisa que me emputece é menina de 12 anos parecer ou tentar ser sexy, acho desnecessário enxergar algo vulgar, explorar uma faceta sexual em uma criança. Não que as crianças de hoje sejam assim, tão crianças, mais ainda acredito na noção e no bom senso de alguns pais. Enfim, em alguém um pouquinho maior, sei lá, maior de idade e vacinada eu não falaria nada. Mas, de mim falariam, ainda que eu seja maior de idade e sim, vacinada, já que, como já havia dito, tenho cara de menininha. Roupa curta e decote, às vezes, o calor me permite usar e me alivia a consciência, mesmo achando ser desnecessário ser vulgar, achando que existem horas e locais para o ser. Unha vermelha, unha vermelha sempre foi um tabu, mulher vulgar usa unha vermelha, mas mais do que isso, mulher que pinta a unha de vermelho, pra mim, é, na maioria das vezes, dona de si, do tipo que faz sexo casual, do tipo que é bonita, sabe ser bonita e sabe que é bonita. Que acorda e bate o cabelo (adoro essa expressão) não penteia, só bate mesmo e sai, feliz e totalmente dona de si. Unha vermelha, pra mim, sempre foi uma forma de libertação, uma puberdade na idade adulta, ode a mulher pode sim e deve fazer sexo no banheiro e um ônibus que sai de lugar nenhum e vai pra lugar algum com um desses carinhas lindos, sexys, cheirosos e novos. Ainda lembrando (mais uma vez, de novo) que sempre fui menininha demais, até em que uma moça, minha manicure Maria, me disse, assim mesmo, na cara dura que eu já tinha cara de menininha, já tinha jeito de menininha que era pra eu crescer e que eu ia SIM pintar a unha de vermelho, escolhe! Esse foi o início da minha puberdade, depois que eu pintei a unha de vermelho pela primeira vez na minha vida me deixei ser, não dessa forma vulgar de menininhas de 12 anos, mas de mulher, maior de idade, vacinada, decidida e feliz, aliás, estupidamente feliz! Além do mais, sempre soube que essa menininha ia crescer uma hora ou outra.

domingo, 10 de janeiro de 2010

Não é desespero (eu acho)

Fim de ano chegou e passou, a vontade de ter alguém aqui do meu lado, chegou e parou, sabe? Um alguém daqueles que você olha e diz: "valeu a pena esse ano, e você tava do meu lado...". É, esse alguém ainda não chegou, mas não é desespero não, eu juro, eu acho que juro, eu acho. É só por que o fim do ano chegou e passou, e no fim do ano agente sempre espera, na hora dos fogos olhar pro lado e ter alguém legal, e no final do ano acho que todo mundo merece mais. Além do mais eu fui uma boa garota, tirei notas boas na faculdade, não respondi para os meus pais e não briguei (pouco) com os meus irmãos... Tá, talvez não tenha sido tão boa garota assim, mas ainda acho que todo mundo merece ter um fim de ano com alguém legal. Mas, não é só por que agente merece que agente tem alguém legal do nosso lado, ou por que está chegando o ano novo, ou o natal, ou por que na meia noite te dá uma vontade de desejar mais um ano igual, ou por que o ano novo e o natal já passaram e você ainda nem sabe dizer ao certo que raios você tanto quer nesse outro ano. Igual? Há 20 anos desejando um ano diferente! Bem que poderia variar isso, né? Pedir um ano igual ao outro, ver uma estrela e não fazer pedido algum, por que tudo que você tem te faz feliz. Aiii, como seria bom ter alguém no ano novo, pra me sorrir um sorriso branco, de alma branca, um riso bom. Talvez nesse novo ano eu deseje que o ano se repita, pra consertar os erros, pra tentar fazercom que, quando for ano que vem que vem, eu peça um ano igual, com alguém lindo do meu lado, de alma branca e sorriso bom. Aí, sem dúvidas, eu vou querer um ano diferente, ou com mais amor, ou com mais sexo, ou mais calmo, ou mais agitado, além do mais é isso que agente quer sempre! Tudo aquilo que agente não tem é EXATAMENTE o que agente quer, e depois que agente tem agente não quer mais e passar a querer outro querer, sempre foi assim e sempre será. Até que vai chegar, ainda, acredito piamente nisso, os anos que serão lindos e brancos e bons e eu irei querer exatamente aquilo que eu tenho e irei querer por vários e vários anos, talvez, até por todos da minha vida. Mas, quando eu fico assim, meio sem saber o que fazer, meio sem saber o que ou quem querer, eu sei que nada disso é desespero. Seria, se eu aceitasse qualquer coisa ou qualquer um na minha vida, mas eu acho, de verdade, que não é desespero é só vontade de ter alguém de alma branca e sorriso bom ao meu lado, não só no fim ou no começo do ano.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Esses ursinhos...

Cheguei faz tempo em casa, e nada de dormir, não sei se é insônia ou se é por que há tanto tempo eu queria te eternizar. Mas queria te eternizar só por que eu sempre pirava na sua voz rouca e também na sua cara de ursinho. Mas, hoje eu descobri que também piro nas suas pernas e no seu sorriso. Por que adorei seu cheiro, por que você me fez beijar com vontade de engolir a outra pessoa, com necessidade mesmo de sentir a outra pessoa... Fazia tempo que eu não sentia essa necessidade de ou em alguém, sei lá. Por que já me falaram que eu sou só mais uma na sua lista, e quem disse que você também não é só mais um na minha? Mas não é questão de ser ou não ser da lista, é questão de querer ou não te eternizar por que você usa cueca boxer, cheira à homem e é carinhoso e não tem medo de ser carinhoso. E umas quatro horas depois de você ter me deixado em casa eu ainda não fui dormir, e eu sei que é por que eu preciso muito eternizar o que aconteceu, eternizar teu cheiro, teu gosto bom, sua atitude, por que você beija gostoso, pega gostoso, abraça gostoso e pode até ser tímido, mas é tão você. E eu sei que sou só mais uma na sua lista e fico feliz por isso, sabe por quê? Você, tão delicioso, tão moleque e homem ao mesmo tempo que merece alguém tão deliciosa quanto você. Delicioso, essa será a palavra que vai te definir pra mim de hoje em diante. Boa noite meu ursinho de voz grossa, de papo gostoso, de beijo bom, de pegada exata, de sorriso lindo.





Mas, agora pintou uma dúvida, como, exatamente, eu vou te explicar que no dia em que você vier me contar que seu primo está no hospital, ou que seu cachorro morreu eu vou te olhar com meu olhar mais piedoso, JURO, mas com meu sorriso mais malicioso, é, vai ser difícil explicar que isso é, definitivamente, um elogio.  

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Meu amor, meu quase amor

E você me liga, quer saber onde estão as suas coisas, mas que raios de coisas? Demoro um pouco pra entender, a dor de cabeça não colabora, depois de algum tempo compreendi quem reclamava suas coisas, esse mesmo, que eu não quero (e ainda não sei se posso) nem lembrar o nome.
- Deixei na portaria do seu prédio, respondo seca, tal qual meu coração.
Ele me diz boa noite, eu não respondo, desligo.

Encontro minhas amigas, vou rir, ver um filme, beber alguma coisa, falar mal da vida, do curso, dos homens, das outras mulheres, mas dele não quero nem lembrar o nome.
Pouco mais de uma hora depois ele me liga de novo, quer conversar. Das últimas SEIS vezes que ele quis conversar acabou na minha cama e na minha lembrança, não queria mais aquilo, ou queria? Por fim.
- Tudo bem, eu disse, aliviada, fazia tempo que ele não me procurava.
O encontrei em um lugar qualquer, um barzinho, ele me pergunta se eu lembro do que aconteceu há dois dias.
- Sinceramente? Não. Tava bêbada demais.
Ele ri, afirma meu estado alcoólico, diz que armei um barraco na frente da casa dele. Eu me lembro, realmente, de pouquíssimas coisas das quais ele fala. Eu rio e sorrio, além do mais, aquela pessoa louca, sincera não era eu, era um eu tomado pelo álcool e pela verdade, não era eu. Então não vou sentir vergonha, dei muita risada, dessa terceira pessoa, a “eu” bêbada.

Eu sei que da última vez eu tinha mandado ele se afastar, ele já não me fazia bem há algum tempo, hora mais hora menos, vou dar uma de doida. Além do mais, eu sou do tipo de mulher que vai de zero à louca quando está apaixonada. Mas ele já sabe disso!
- Foi cômico, né?
Ele me diz que foi deprimente e eu sei que de fato o foi. Senti-me mal, mas já não sabia o que falar. E pior do que o constrangimento dos fatos ocorridos há dois dias era o silêncio agora. Era não falar nada, era esse silêncio, sempre detestei o silêncio.
- Só isso?
Quero fugir, sumir daqui. Ele demora pra responder, por fim pergunta se eu me lembro do que falei pra ele. E eu lembro.

Não por que fingi estar bêbada, mas por que tudo que falei já tinha sido ensaiado falar mil vezes e nunca tive coragem de falar.
Falei pra ele que não, com cara de desentendida. Ele me olha como se quisesse que eu lembrasse, eu insisto, o que eu falei?
Ele me pede pra esquecer, eu insisto, quero ver a reação dele.
- Que você me amava, que me aceitaria do jeito que eu sou, que mudaria, por que já mudou, que sente minha falta e que até aceitaria minhas traições...
Nesse momento eu ri deliciosamente da cara dele. Respondi que realmente não me lembrava daquilo, e que esse tipo de coisas, prometida, não faz muito minha cara, ele disse que sabia disso, fez menção de perguntar mais alguma  outra coisa, mas eu desisto de querer saber, minhas amigas me esperam para beber, ver mais algum filme, falar sobre sexo (ou a falta de), rir de nada e de tudo. Olha, ele diz, queria sentir raiva de você, mas não consigo e sorri. E eu vou embora, boa noite e tchau. Assim mesmo, sem beijo, sem nada. E eu tenho vontade de o chamar de volta, de falar que sou louca por ele, que o amo sim, que o aceitaria de volta sim, que mudaria sim, que até te aceitaria galinha como sempre foi, mas quer saber? Não! Não te aceito, falei tudo isso, mas falei na terceira pessoa, bêbada, falei por impulso e nosso contrato já venceu, nosso lance já passou. Hoje eu sei disso, só não me chame mais pra conversar, por favor, não tente se auto-afirmar tanto assim, não pra mim, não também pra auto-afirmar a minha loucura pra você, meu amor por você, meu quase amor por mim.