sábado, 12 de junho de 2010
Minha guerra e minha paz
Antes de começar todo ritual é imprescindível a escolha de música. Lenine é meu favorito, não por nada, mas me deixa menos preocupada saber que ele também precisa de um pouco mais de paciência. Aí sim, posso iniciar meu ritual. Começo, sei que deveria durar em média, uma hora, talvez duas. Mas, sou sugadora, sei que vai durar umas cinco horas. É só tirar tudo do lugar, passar um pano e jogar tudo que é lixo fora, mas se fosse só isso não duraria cinco horas. Decido por ler cada carta, cada agenda, cada diário antigo. Encontro muito do que eu fui nessas coisas, e também acho muito de você no meio dessas coisas e outro tanto de você em mim. Bilhetes dizendo que passou por ali. Por ali, leia-se por mim, não carnalmente, mas por mim, no meu coração, na minha vida, no meu quarto, no meu ombro. Não por nada sabe? Sempre soube que eu era a mais chorona, mas você sempre passou por meu ombro e eu ficava feliz por poder te aconchegar às vezes. E hoje eu jogo tudo isso fora. De vez em quando é bom fazer uma limpeza na casa, no quarto, na vida, na alma. E de vez em quando me pego falando de quando fui comer feijoada de sorvete com a minha am... Bom, esquece, não era nada sério mesmo, enfim pessoal, alguém já comeu feijoada de sorvete? E eu me sinto péssima por não ter sido mais coração, eu sempre fui muito coração, talvez, se eu tivesse sido mais e mais e mais coração você tivesse voltado, mas não, você sempre foi cabeça, e, diga-se de passagem, dura. E assim foi sendo e foi indo e foi indo.. Mas, ainda bem, tirei muita coisa linda disso, reencontrei aquela infeliz MARAVILHOSA e gostossísima que vive escrevendo sobre a falta de sexo, soube ver de novo o meu anjo, encontrei alguém que me beijasse a testa por respeito, carinho e pura amizade e encontrei quem corresse pelado comigo quando eu precisei. Pode parecer besteira, mas ainda tenho tanto à te agradecer já que se não fosse por você e exclusivamente por você eu não teria conseguido reencontrar e encontrar tanta gente linda, pura, sincera e maravilhosa. Enfim minha companheira e sabe-se lá se quase amiga, obrigada, mais uma vez, obrigada!
segunda-feira, 15 de março de 2010
Os sem-problemas
*Pense numa fórmula 1 ou na velocidade 5 do créu antes de ler*
E eu poderia sim ficar quieta, claro que eu poderia, não poderia? Tá, poderia, mas não fiquei. Por que eu não fiquei? Sei lá eu o por que não fiquei? Me diz? Me explica! Tá, eu também não entendo, então não tente me explicar ou entender nada disso, é só que. *respira* Bom, é isso mesmo, você entra aqui, me faz dar um rosto novo, que eu julguei ser novinho em folha, sem passado, sem problemas, sem chantagens ao meu amor, à minha saudade e depois me faz fazer isso, e depois de eu fazer isso é assim? Só assim? Não que eu venha planejando alguma coisa, longe de mim planejar alguma coisa, quem hoje em dia planeja? Ninguém, né? Bom, eu espero que ninguém espere colocar um rosto lindo e purinho igual ao seu, ou igual ao meu, por que não igual ao meu? *Por que não igual ao meu?* Enfim, um rostinho assim, purinho, que vem subindo e me fazendo ficar vermelha, ficar roxa, ficar azul, tá, eu não sei se é raiva ou amor, ou saudade, deve ser alguma coisa assim, por que só os grandes sentimentos te fazem ficar roxo ou azul ou vermelho, melhor ainda, só um sentimento muuito legal ou forte (ou os dois) podem fazer alguém ficar assim. E você só me diz isso, assim? Há, não tem como eu te explicar alguma coisa, de tantas coisas que eu já fiz. Tá, eu já mudei sim meus planos por você. Você também mudaria por mim, né? Não mudaria? É exatamente esse o meu medo, eu sempre falar do seu rosto novinho pra mim, dos meus quase-planos e das minhas mudanças com ou por você e você só me olhar com essa cara, sem nunca me dizer nada, esse é o GRANDE problema. *respira* Problemas? Claro que temos problemas, não temos? *Dúvida e respira* Todo casal feliz e normal tem problemas, ou deveria ter, não deveria? Viu? É isso, essa falta de me explicar pra você, esse meu medo de você nunca me entender assim, completa, mas eu até entendo, por que eu mesma nunca me entendi assim, completa. Há sim, problema.. Nosso grande problema é. Putz, nós não temos problemas, isso deveria ser um problema, não deveria? Relaxar? COMO? Eu tô surtando por absoluto nada. É, eu sei que você é meu rosto novinho por que você é inteiro novinho pra mim, eu sei que você faz planos, nunca me conta, mas ainda assim faz, eu sei que você mudou umas coisinhas por mim, e outras pra mim, tá, eu acho que sei tudo isso. Tudo bem, mas só durmo se for aqui, com você, assim, deitada no seu colo, com você fazendo carinho em mim. Te amo também, mas. Tá, juro que vou dormir agora. *Sorri e dorme, com "aquilo" na cabeça*
E eu poderia sim ficar quieta, claro que eu poderia, não poderia? Tá, poderia, mas não fiquei. Por que eu não fiquei? Sei lá eu o por que não fiquei? Me diz? Me explica! Tá, eu também não entendo, então não tente me explicar ou entender nada disso, é só que. *respira* Bom, é isso mesmo, você entra aqui, me faz dar um rosto novo, que eu julguei ser novinho em folha, sem passado, sem problemas, sem chantagens ao meu amor, à minha saudade e depois me faz fazer isso, e depois de eu fazer isso é assim? Só assim? Não que eu venha planejando alguma coisa, longe de mim planejar alguma coisa, quem hoje em dia planeja? Ninguém, né? Bom, eu espero que ninguém espere colocar um rosto lindo e purinho igual ao seu, ou igual ao meu, por que não igual ao meu? *Por que não igual ao meu?* Enfim, um rostinho assim, purinho, que vem subindo e me fazendo ficar vermelha, ficar roxa, ficar azul, tá, eu não sei se é raiva ou amor, ou saudade, deve ser alguma coisa assim, por que só os grandes sentimentos te fazem ficar roxo ou azul ou vermelho, melhor ainda, só um sentimento muuito legal ou forte (ou os dois) podem fazer alguém ficar assim. E você só me diz isso, assim? Há, não tem como eu te explicar alguma coisa, de tantas coisas que eu já fiz. Tá, eu já mudei sim meus planos por você. Você também mudaria por mim, né? Não mudaria? É exatamente esse o meu medo, eu sempre falar do seu rosto novinho pra mim, dos meus quase-planos e das minhas mudanças com ou por você e você só me olhar com essa cara, sem nunca me dizer nada, esse é o GRANDE problema. *respira* Problemas? Claro que temos problemas, não temos? *Dúvida e respira* Todo casal feliz e normal tem problemas, ou deveria ter, não deveria? Viu? É isso, essa falta de me explicar pra você, esse meu medo de você nunca me entender assim, completa, mas eu até entendo, por que eu mesma nunca me entendi assim, completa. Há sim, problema.. Nosso grande problema é. Putz, nós não temos problemas, isso deveria ser um problema, não deveria? Relaxar? COMO? Eu tô surtando por absoluto nada. É, eu sei que você é meu rosto novinho por que você é inteiro novinho pra mim, eu sei que você faz planos, nunca me conta, mas ainda assim faz, eu sei que você mudou umas coisinhas por mim, e outras pra mim, tá, eu acho que sei tudo isso. Tudo bem, mas só durmo se for aqui, com você, assim, deitada no seu colo, com você fazendo carinho em mim. Te amo também, mas. Tá, juro que vou dormir agora. *Sorri e dorme, com "aquilo" na cabeça*
De manhãzinha...
Hoje eu acordei pensando no que eu poderia escrever... Sobre as mais diversas tristezas, sobre como como as coisas não dão certo, ou até dão por um curto espaço de tempo mas, como nós, tão pequenos poderíamos medir o tempo, para mim ou pra você? Poderia também escrever sobre o que é certo, de fato, ou até mesmo sobre as tristezas de alguém. Mas, eu sempre soube que a tristeza não tem fim, já dizia o poeta, as coisas que te trazem felicidade, ao que tudo indica, sim! O que é certo? Será que seria certo forçar alguém a ficar com você, mesmo você já não gostando de ficar com essa pessoa ou já nem gostando de ficar com você. Será que o final feliz não é simplesmente o final. E assim, assim quem sabe você poderá ser feliz? Poderia escrever sobre essa cidade sem estrelas, ou sobre a falta que as pessoas queridas nos fazem, ou sobre os amigos, há, sobre os amigos sempre tão queridos e sempre tão distantes. Poderia falar que quero voltar incessantemente para o últero da minha mãe ou pra qualquer lugar que possa substitui-lo AGORA, mas não... Não vou falar sobre a falta que faz a vodka, o colo e os dias felizes que os meus amigos me dão sempre que eu preciso, também não hei de falar sobre a mulher MARAVILHOSA que eu queria poder me tornar amanhã (ou ontem, já que vim dela) e nem sequer da falta que as estrelas me fazer nesse lugar, já que as vezes não é a sensação nem de tê-las, de fato, mas de ter a segurança de saber que elas estarão sempre lá, me olhando, bonitinhas, ausentes, frias e distantes. Poderia escrever, talvez, sobre feridas já cicatrizadas, aquelas que tanto doeram e que hoje já não me remetem à mais nada, mas por que então eu falaria delas? Pra ter certeza de que nenhuma delas andou doendo mais do que deveria, ou abriu, ou apenas pra ter certeza que nenhumas delas se curou, de fato. Há Deus... Mas não vou escrevr nada disso, por que hoje eu acordei de alma leve, pensei nele já de manhãzinha, sorri, abri a janela e vi que apesar de toda a fumaça e a poluição o tempo continua certo, ainda que pouco, pra me dividir entre adorar as estrelas, amar a minha mãe, ser louca pelos meus amigos, lembrar das feridas que já se curaram, deixar de lado as tristezas que não são poucas, mas já passaram, curtir os dias que virão e tanta coisa maravilhosa que acontecerá, e ainda me reste tempo pra amar os problemas que terei e as feridas que virão, tenho ainda mais tempo para amar a sua barba, seu jeito desleixado de ser, e ainda vai sobrar quase todo o tempo que preciso pra me amar, então hoje, não vou escrever sobre nada ruim, só sobre o meu amor, por mim.
domingo, 14 de março de 2010
Como terminar (ou não) um relacionamento em apenas 7 passos.
Bom dia queridas leitoras, este é mais um faça você mesmo, da série "Quanto mais eu conheço os homens mais eu amo meu cachorro", e nesta etapa estarei explicando à você, cara leitora, que nos acompanha, como se livrar de um homem, sem que ele perceba, em apenas SETE passos. Pra começar irei explicar que eles tem que ser trabalhados em CONJUNTO. é amiga, não adianta fazer uma coisa ou outra, tem que ser tudo mesmo...
Primeiro passo: Deixe bem claro, desde o princípio, que você é LOUCA! Como? Caso você tenha um blog faça-o ler posts em que você explica como arrombou portas alheias. Caso você não tenha, explicite sua loucura de outra forma. Por que? Que homem consegue lidar com a louquinha por muito tempo?
Segundo passo: Apresente-o à sua mãe na primeira oportunidade. Como? Nem que seja eventualmente, faça-o, nem que seja como amigo, ele irá recuar. Por que? Existe coisa mais forçada do que uma sogra?
Terceiro passo: Diga que vai se mudar pra mais de 400 km de distância. Como? Vá para São Paulo, Rio de Janeiro, Londres, qualquer lugar longe serve. Por que? Relacionamentos à distância
são fatais para a maioria dos homens.
Quarto passo: Após se mudar deixe BEM claro que as únicas coisas que você gosta na cidade supracitada são as festas. Mesmo que você só tenha ido em uma. Como? Declare todo o seu amor pelas festas dessa cidade. Por que? Qual pessoa gostaria de saber que na cidade x a pessoa com a qual você está se relacionando só vai pra balada?
Quinto passo: Não atenda o celular. Pode ser que, de fato, você esteja ocupada, em um ônibus, mas, ainda assim não atenda o celular, de forma alguma. Como? Tenho mesmo que explicar como não se atende uma ligação?
Sexto passo: Vá em um churrasco em que a família dele esteja. Como? Vá, beba o suficiente para fazer brincadeiras lesbianas com aquela sua amiga que você nunca pegou. Por que? Que mãe deixaria o filho namorar uma mau caráter como você? Eu hein? Por que? Você ainda quer saber o porque.
Sétimo passo: Sustente o vício dele. Como? Se ele bebe, dê pra ele uma garrafa de whisk, se ele fuma, dê um cigarro francês e um isqueiro. Por que? Nenhuma família que se preza irá te aprovar!
Esses são os primeiros sete passos para você amiga, se ver livre desse macho, agora, cá entre nós, se ele não te liberar ainda assim você diz que tá desencantada e libera logo o bofe pra mim, por que vou te falar uma coisa, esse tipo de homem no mercado tá em falta!
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Novela
Tá! Então quando ele sentar, eu venho, sento perto dele, ele tenta se levantar, eu puxo ele pelo braço e digo que tô apaixonada por ele. Aiin. Peraí vai gente, tem alguma coisa errada. Deve ser pegadinha comigo. Só pode ser isso. Não? Então é o tal de arquivo confidencial. Jura que é serio isso, diretor? Ah, não! Gente, eu EXIJO falar com o roteirista AGORA! O que? Coloca ele aqui no meu ponto. Tá, eu espero. Oi! Então roteirista, eu to com um probleminha aqui. Não, nada sério. É de compreensão mesmo, é que eu não tô entendendo mais PORRA nenhuma. Olha, você tá com o script aí? Então me acompanha a partir do ato XVIII, na parte em que tá a mocinha, interpretada por ninguém menos que EU! lá, linda e louca me descabelando por um completo panaca. Exatamente nessa parte mesmo! Aí ela entra de férias, vai para a cidade cinematográfica 1, onde tem dois ou três carinhas com os quais essa infeliz até cogita a hipótese de perder uns 10 a 15 minutos, mas ela desiste da idéia, e vai para a cidade cinematográfica 2, onde essa idiota não conhece nenhum cara que a faça querer sair de casa. Peraí, dá pra esperar o imbecil, eu tô tentando te contextualizar do problema. Tá, onde eu tava. Há, aqui... então a mocinha panaca fica a maior parte do tempo em casa na internet, onde ela começa a conversar com um carinha da cidade cinematográfica 1, o cara é todo legal, todo divertido, todo inteligente e um cara que há uns dias ela nem imaginava se transformar tipo no boneco Ken pra ela. Aí ela volta cidade cinematográfica 1, fica com o cara e, depois de três semanas de boa fase em novela mexicana, onde tudo dá certo, essa infeliz me resolve dizer pro cara que tá APAIXONADA? Ai produção, não tô ouvindo direito o retorno desse retardado desse roteirista no meu ponto, aumenta o retorno dele aqui. Hm, hã... sim, mas só por que eles se dão bem, ele não é um pilantra, ele trata ela super bem, eles sempre saem juntos, ele nunca olhou pra nenhuma gostosa do lado dela, ele fala tudo o que pensa, ele nunca peidou ou arrotou do lado dela, só por causa disso ela vai falar que tá apaixonada? Tá, eu até entendo que a infeliz já tomou diversos pés-na-bunda, chifres e teve N fatoriais desilusões amorosas, mas e quem disse que esse aí também não tá com cara de CILADA? Por quê? Por que ele sempre liga pra ela, ele fuma e ela adora o gosto do cigarro na boca dele, eles sempre riem juntos e todo aquele lance de conhecer família e talz, tudo isso pra ela mudar daqui há menos de um mês? Aí ela fala eu tô apaixonada com três semanas? Isso sim é uma puta sacanagem! Quando me contrataram falaram que era da Globo, não de uma filial mexicana do SBT, porra, eu sou profissa. O que? Se EU já amei? Há roteirista, minha vida pessoal não convém. Tá, sim, mas isso eu era mais moleca ainda, hm. Falei sim né patrão, não sou de ferro, falei que tava apaixonada sim. Quanto tempo, ta, mais ou menos umas três semanas. Tudo bem, você quem sabe, mas se você quer a minha opinião, tá com cara de novela mexicana isso! E tenho dito. Sozinha a atriz suspira e vai ensaiar. “Gracinha” e sorri!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Nascer do sol
Há, e hoje eu vou entrar na internet, deixar meu status no msn como ausente, por que eu sei que sempre tem uns carinhas chatos que vivem me chamando, sentar no sofá e ficar olhando o computador de cinco em cinco minutos, e nada de você entrar, vai demorar horrores só por que nessas horas, como explicaria a raposa ao pequeno príncipe "Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se tu vens a qualquer momento, nunca saberei a hora de preparar o coração... É preciso ritos" e mesmo eu me preparando, parece que nunca estou preparada o suficiente pra você, e vezenquando sinto que não há tanta alegria enquanto você não chega. E ainda assim nada de você entrar, e quando eu quase desisto, você entra, me diz o que fez hoje, agente conversa sobre música, sobre faculdade, sobre filosofia, sobre o tempo, sobre nós, sobre tudo, sobre nada. E uma das melhores conversas nossas são as quando falamos sobre nada, por que eu percebo o quanto queria poder estar ao seu lado, e você fala que quando estivermos cara a cara vamos falar muita coisa sem dizer nada. E eu me mordo toda, literalmente, minha boca tá quase em carne viva e eu tô adorando! E eu tô pirando com isso tudo, não sei bem ao certo como isso vai terminar, mas se continuar me fazendo sorrir fácil, me fazendo ficar piegas e cafona,me fazendo rolar na cama e sonhando com o nascer do sol eu vou continuar querendo que você me cative!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Querer não é poder
E essa é uma das horas que eu mato e morro de vontade de TE ligar, desculpa te decepcionar, mas o meu "TE" é amplo, não é só por que eu estou afim de ti, caidinha mesmo, que eu não tenho vontade de ligar para todos aqueles que já foram os meus esses. Claro que eu direciono meu foco, todo mundo faz isso, mas é que às vezes eu não sei bem o que eu quero querer com você, o que eu posso querer... Por que no fundo mesmo agente tem tantas limitações que não sabemos ao certo distinguir o que agente quer e o que agente precisa. Agente sempre deseja o príncipe, o fodão, mas aquelezinho, assim mesmo, no diminutivo tão singularzinho é o que nos faz bem, de verdade. E você é mais velho, o que pra mim não dá nada, mas pra você eu sou uma menininha desesperadamente normal e louquinha como todas as outras, teu abraço me pira e eu ando escrevendo muito sobre você e pensando muito em você, mas não acredite que por causa disso eu só pense em você, por que como eu já disse agente não sabe distinguir o que agente precisa do que agente quer. Eu preciso de alguém como você, que me faz escrever igual a uma doida, que me faz ficar olhando boba pra você, o que de tão ruim chega a ser MARAVILHOSO, por que você é tão singularzinho pra mim. Você nunca me prova que 2+2 é quatro e eu sei que eu preciso de um cara como você, mas eu quero mesmo esses carinhas fúteis que vivem me deixando scraps, me deixando depoimentos, mensagens offline no msn e sms's no celular. E você não faz nada disso, e eu piro cada vez mais com você. Às vezes tenho vontade de te pedir pra me levar pra casa, pra minha ou pra sua, tanto faz! Mas, você não faz nada disso e pra piorar ainda investiga meu passado e eu só queria pirar em você, mas você não me deixa, não se deixa... Só sei se o que agente quer nunca é o que agente precisa. E eu queria te ligar, só pra dizer que eu sei sim, do alto dos meus 20 anos que eu preciso de um cara como você, ainda que eu não possa, ainda que eu não deva ou ainda que eu não saiba te querer!
Que raios eu faço com você?
E hoje, meu amigo fulano me disse que mais dois cafunés e você ia me beijar, mas eu fui embora e nem te dei tchau e quando eu fui embora você me ligou e falou "beijão" e eu falei tá. E quando meu outro amigo saiu com agente você quis saber que raios ele andava comigo pra cima e pra baixo, mas você ainda assim não quis sentar do meu lado, você não me fez cafuné e eu nem sei ao certo o que vejo em você. Também queria poder entender o que diabos vou fazer com você, depois de terminar com esse joguinho e conseguir o que eu acho que eu quero. Faço o que? Ou melhor, falo.. beijos me liga que eu tô indo embora!? Por que com todos os outros seria muito fácil fazer isso, virar as costas, mas eu queria mesmo te ninar, fazer cafuné ou sexo oral, não necessariamente nessa ordem, sei lá! Mas você anda frio, quente, frio, quente, morno, pegando fogo, congelando, quente e eu tô pirando com isso, tá pior que brincadeira de vivo/morto! Mas, que raios, eu me pergunto de novo, eu faria com você? Te dar tchau? E eu achando que tava apaixonada, mesmo não podendo, mesmo não querendo... O que eu faria apaixonada por um cara que mora há 280 km da minha casa? NADA! Não sei se quero te pegar, se eu posso te pegar, por que sei que se eu fizer isso, vou me apaixonar e eu sou do tipo de mulher que quando se apaixona vai de zero à louca em um segundo! Então, simplesmente não faço nada, fico aqui, com a minha melhor cara de paisagem bonita, sorrindo e acenando. Mesmo assim penso.. que raios eu faria com você?
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
O lindo ogro
Eu queria e estou tentando, desesperadamente, às vezes, te entender, de verdade, sacas? Você sempre interpreta o ogro comigo, não importando a situação, mas, de vez em quando, eu olho pra você e vejo no seu sorriso ou no seu olhar (nunca sei bem, sempre acabo me perdendo nos dois mesmo) uma doçura qualquer, um beijo amor, você me diz e eu me assusto de novo, sempre me assusto quando você me chama de amor. Você não é assim, eu não posso, não de novo, antes de tudo eu não quero me apaixonar por você. Por que no nosso contrato não existem letras miúdas, aliás, o nosso contrato é resumido em um parágrafo único, escrito em letras garrafais "RELAÇÃO ESTRITAMENTE SEXUAL, NÃO SERÁ ACEITO QUALQUER TIPO DE AFETO, SE EXISTIR QUEBRA DE CONTRATO HAVERÁ UMA REFORMULAÇÃO DESTE PSEUDO-RELACIONAMENTO". Mas, hoje você me pediu pra dormir na sua casa, pediu também que te fizesse um cafuné e eu dormi, e eu te fiz, e ainda, antes de dormir fiquei te olhando dormir. Eu entendo que os hormônios são sim os grandes culpados por isso, culpo também o fim do ano, há também uma parcela de culpa daquele ex-amor mal resolvido e ainda que atribuídas as devidas parcelas de culpa, nada aqui se resolve assim, só atribuindo, distribuindo a culpa, além do mais, do que importa quem é o maior culpado? Mas, às vezes, eu queria que você me olhasse com a mesma doçura de quando você me deixou em casa hoje e disse "vai dormir menina!". Há, há quanto tempo eu não ouvia "menina" soa até bonito assim "ME-NI-NA", pra ser sincera essa semana já ouvi o "gostosa" e todos os seus derivados (não que eu de fato o seja, mas existe uma construção em frente da minha casa, o que jutifica muitos dos cometários), mas, menina, nossa! E com doçura no olhar na hora de me deixar em casa ainda? Mesmo assim, mais ou menos na hora de eu me encantar com você me lembro que ODEIO seus amigos, que nas suas festinhas sempre tem 78343491 menininhas morrendo por você, lembro também do jeito que você me deixa na cama pra falar com suas gatinhas no msn, ou como quando você me deixa às pressas em casa por que você tem algum compromisso inadiável! Na maior parte das vezes nem ligo pra tudo isso, mas, quando você está aqui em mim, na minha cabeça, na minha cama... hmm! Como eu te queria meu...
Unhas Vermelhas (6)
Sempre fui meio... puritana? Quero dizer puritana não, só tinha e ainda tenho (agradeço à Deus todos os dias por ainda ter) NOÇÃO, fato. É que sempre fui menininha demais, pequenininha demais, chaveirinho demais, com carinha de menininha de 12 aninhos (meu pai jura ser essa minha idade, ainda hoje)! E se tem uma coisa que me emputece é menina de 12 anos parecer ou tentar ser sexy, acho desnecessário enxergar algo vulgar, explorar uma faceta sexual em uma criança. Não que as crianças de hoje sejam assim, tão crianças, mais ainda acredito na noção e no bom senso de alguns pais. Enfim, em alguém um pouquinho maior, sei lá, maior de idade e vacinada eu não falaria nada. Mas, de mim falariam, ainda que eu seja maior de idade e sim, vacinada, já que, como já havia dito, tenho cara de menininha. Roupa curta e decote, às vezes, o calor me permite usar e me alivia a consciência, mesmo achando ser desnecessário ser vulgar, achando que existem horas e locais para o ser. Unha vermelha, unha vermelha sempre foi um tabu, mulher vulgar usa unha vermelha, mas mais do que isso, mulher que pinta a unha de vermelho, pra mim, é, na maioria das vezes, dona de si, do tipo que faz sexo casual, do tipo que é bonita, sabe ser bonita e sabe que é bonita. Que acorda e bate o cabelo (adoro essa expressão) não penteia, só bate mesmo e sai, feliz e totalmente dona de si. Unha vermelha, pra mim, sempre foi uma forma de libertação, uma puberdade na idade adulta, ode a mulher pode sim e deve fazer sexo no banheiro e um ônibus que sai de lugar nenhum e vai pra lugar algum com um desses carinhas lindos, sexys, cheirosos e novos. Ainda lembrando (mais uma vez, de novo) que sempre fui menininha demais, até em que uma moça, minha manicure Maria, me disse, assim mesmo, na cara dura que eu já tinha cara de menininha, já tinha jeito de menininha que era pra eu crescer e que eu ia SIM pintar a unha de vermelho, escolhe! Esse foi o início da minha puberdade, depois que eu pintei a unha de vermelho pela primeira vez na minha vida me deixei ser, não dessa forma vulgar de menininhas de 12 anos, mas de mulher, maior de idade, vacinada, decidida e feliz, aliás, estupidamente feliz! Além do mais, sempre soube que essa menininha ia crescer uma hora ou outra.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Não é desespero (eu acho)
Fim de ano chegou e passou, a vontade de ter alguém aqui do meu lado, chegou e parou, sabe? Um alguém daqueles que você olha e diz: "valeu a pena esse ano, e você tava do meu lado...". É, esse alguém ainda não chegou, mas não é desespero não, eu juro, eu acho que juro, eu acho. É só por que o fim do ano chegou e passou, e no fim do ano agente sempre espera, na hora dos fogos olhar pro lado e ter alguém legal, e no final do ano acho que todo mundo merece mais. Além do mais eu fui uma boa garota, tirei notas boas na faculdade, não respondi para os meus pais e não briguei (pouco) com os meus irmãos... Tá, talvez não tenha sido tão boa garota assim, mas ainda acho que todo mundo merece ter um fim de ano com alguém legal. Mas, não é só por que agente merece que agente tem alguém legal do nosso lado, ou por que está chegando o ano novo, ou o natal, ou por que na meia noite te dá uma vontade de desejar mais um ano igual, ou por que o ano novo e o natal já passaram e você ainda nem sabe dizer ao certo que raios você tanto quer nesse outro ano. Igual? Há 20 anos desejando um ano diferente! Bem que poderia variar isso, né? Pedir um ano igual ao outro, ver uma estrela e não fazer pedido algum, por que tudo que você tem te faz feliz. Aiii, como seria bom ter alguém no ano novo, pra me sorrir um sorriso branco, de alma branca, um riso bom. Talvez nesse novo ano eu deseje que o ano se repita, pra consertar os erros, pra tentar fazercom que, quando for ano que vem que vem, eu peça um ano igual, com alguém lindo do meu lado, de alma branca e sorriso bom. Aí, sem dúvidas, eu vou querer um ano diferente, ou com mais amor, ou com mais sexo, ou mais calmo, ou mais agitado, além do mais é isso que agente quer sempre! Tudo aquilo que agente não tem é EXATAMENTE o que agente quer, e depois que agente tem agente não quer mais e passar a querer outro querer, sempre foi assim e sempre será. Até que vai chegar, ainda, acredito piamente nisso, os anos que serão lindos e brancos e bons e eu irei querer exatamente aquilo que eu tenho e irei querer por vários e vários anos, talvez, até por todos da minha vida. Mas, quando eu fico assim, meio sem saber o que fazer, meio sem saber o que ou quem querer, eu sei que nada disso é desespero. Seria, se eu aceitasse qualquer coisa ou qualquer um na minha vida, mas eu acho, de verdade, que não é desespero é só vontade de ter alguém de alma branca e sorriso bom ao meu lado, não só no fim ou no começo do ano.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Esses ursinhos...
Cheguei faz tempo em casa, e nada de dormir, não sei se é insônia ou se é por que há tanto tempo eu queria te eternizar. Mas queria te eternizar só por que eu sempre pirava na sua voz rouca e também na sua cara de ursinho. Mas, hoje eu descobri que também piro nas suas pernas e no seu sorriso. Por que adorei seu cheiro, por que você me fez beijar com vontade de engolir a outra pessoa, com necessidade mesmo de sentir a outra pessoa... Fazia tempo que eu não sentia essa necessidade de ou em alguém, sei lá. Por que já me falaram que eu sou só mais uma na sua lista, e quem disse que você também não é só mais um na minha? Mas não é questão de ser ou não ser da lista, é questão de querer ou não te eternizar por que você usa cueca boxer, cheira à homem e é carinhoso e não tem medo de ser carinhoso. E umas quatro horas depois de você ter me deixado em casa eu ainda não fui dormir, e eu sei que é por que eu preciso muito eternizar o que aconteceu, eternizar teu cheiro, teu gosto bom, sua atitude, por que você beija gostoso, pega gostoso, abraça gostoso e pode até ser tímido, mas é tão você. E eu sei que sou só mais uma na sua lista e fico feliz por isso, sabe por quê? Você, tão delicioso, tão moleque e homem ao mesmo tempo que merece alguém tão deliciosa quanto você. Delicioso, essa será a palavra que vai te definir pra mim de hoje em diante. Boa noite meu ursinho de voz grossa, de papo gostoso, de beijo bom, de pegada exata, de sorriso lindo.
Mas, agora pintou uma dúvida, como, exatamente, eu vou te explicar que no dia em que você vier me contar que seu primo está no hospital, ou que seu cachorro morreu eu vou te olhar com meu olhar mais piedoso, JURO, mas com meu sorriso mais malicioso, é, vai ser difícil explicar que isso é, definitivamente, um elogio.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Meu amor, meu quase amor
E você me liga, quer saber onde estão as suas coisas, mas que raios de coisas? Demoro um pouco pra entender, a dor de cabeça não colabora, depois de algum tempo compreendi quem reclamava suas coisas, esse mesmo, que eu não quero (e ainda não sei se posso) nem lembrar o nome.
- Deixei na portaria do seu prédio, respondo seca, tal qual meu coração.
Ele me diz boa noite, eu não respondo, desligo.
- Deixei na portaria do seu prédio, respondo seca, tal qual meu coração.
Ele me diz boa noite, eu não respondo, desligo.
Encontro minhas amigas, vou rir, ver um filme, beber alguma coisa, falar mal da vida, do curso, dos homens, das outras mulheres, mas dele não quero nem lembrar o nome.
Pouco mais de uma hora depois ele me liga de novo, quer conversar. Das últimas SEIS vezes que ele quis conversar acabou na minha cama e na minha lembrança, não queria mais aquilo, ou queria? Por fim.
- Tudo bem, eu disse, aliviada, fazia tempo que ele não me procurava.
O encontrei em um lugar qualquer, um barzinho, ele me pergunta se eu lembro do que aconteceu há dois dias.
- Sinceramente? Não. Tava bêbada demais.
Ele ri, afirma meu estado alcoólico, diz que armei um barraco na frente da casa dele. Eu me lembro, realmente, de pouquíssimas coisas das quais ele fala. Eu rio e sorrio, além do mais, aquela pessoa louca, sincera não era eu, era um eu tomado pelo álcool e pela verdade, não era eu. Então não vou sentir vergonha, dei muita risada, dessa terceira pessoa, a “eu” bêbada.
- Tudo bem, eu disse, aliviada, fazia tempo que ele não me procurava.
O encontrei em um lugar qualquer, um barzinho, ele me pergunta se eu lembro do que aconteceu há dois dias.
- Sinceramente? Não. Tava bêbada demais.
Ele ri, afirma meu estado alcoólico, diz que armei um barraco na frente da casa dele. Eu me lembro, realmente, de pouquíssimas coisas das quais ele fala. Eu rio e sorrio, além do mais, aquela pessoa louca, sincera não era eu, era um eu tomado pelo álcool e pela verdade, não era eu. Então não vou sentir vergonha, dei muita risada, dessa terceira pessoa, a “eu” bêbada.
Eu sei que da última vez eu tinha mandado ele se afastar, ele já não me fazia bem há algum tempo, hora mais hora menos, vou dar uma de doida. Além do mais, eu sou do tipo de mulher que vai de zero à louca quando está apaixonada. Mas ele já sabe disso!
- Foi cômico, né?
Ele me diz que foi deprimente e eu sei que de fato o foi. Senti-me mal, mas já não sabia o que falar. E pior do que o constrangimento dos fatos ocorridos há dois dias era o silêncio agora. Era não falar nada, era esse silêncio, sempre detestei o silêncio.
- Só isso?
Quero fugir, sumir daqui. Ele demora pra responder, por fim pergunta se eu me lembro do que falei pra ele. E eu lembro.
- Foi cômico, né?
Ele me diz que foi deprimente e eu sei que de fato o foi. Senti-me mal, mas já não sabia o que falar. E pior do que o constrangimento dos fatos ocorridos há dois dias era o silêncio agora. Era não falar nada, era esse silêncio, sempre detestei o silêncio.
- Só isso?
Quero fugir, sumir daqui. Ele demora pra responder, por fim pergunta se eu me lembro do que falei pra ele. E eu lembro.
Não por que fingi estar bêbada, mas por que tudo que falei já tinha sido ensaiado falar mil vezes e nunca tive coragem de falar.
Falei pra ele que não, com cara de desentendida. Ele me olha como se quisesse que eu lembrasse, eu insisto, o que eu falei?
Ele me pede pra esquecer, eu insisto, quero ver a reação dele.
- Que você me amava, que me aceitaria do jeito que eu sou, que mudaria, por que já mudou, que sente minha falta e que até aceitaria minhas traições...
Nesse momento eu ri deliciosamente da cara dele. Respondi que realmente não me lembrava daquilo, e que esse tipo de coisas, prometida, não faz muito minha cara, ele disse que sabia disso, fez menção de perguntar mais alguma outra coisa, mas eu desisto de querer saber, minhas amigas me esperam para beber, ver mais algum filme, falar sobre sexo (ou a falta de), rir de nada e de tudo. Olha, ele diz, queria sentir raiva de você, mas não consigo e sorri. E eu vou embora, boa noite e tchau. Assim mesmo, sem beijo, sem nada. E eu tenho vontade de o chamar de volta, de falar que sou louca por ele, que o amo sim, que o aceitaria de volta sim, que mudaria sim, que até te aceitaria galinha como sempre foi, mas quer saber? Não! Não te aceito, falei tudo isso, mas falei na terceira pessoa, bêbada, falei por impulso e nosso contrato já venceu, nosso lance já passou. Hoje eu sei disso, só não me chame mais pra conversar, por favor, não tente se auto-afirmar tanto assim, não pra mim, não também pra auto-afirmar a minha loucura pra você, meu amor por você, meu quase amor por mim.
Ele me pede pra esquecer, eu insisto, quero ver a reação dele.
- Que você me amava, que me aceitaria do jeito que eu sou, que mudaria, por que já mudou, que sente minha falta e que até aceitaria minhas traições...
Nesse momento eu ri deliciosamente da cara dele. Respondi que realmente não me lembrava daquilo, e que esse tipo de coisas, prometida, não faz muito minha cara, ele disse que sabia disso, fez menção de perguntar mais alguma outra coisa, mas eu desisto de querer saber, minhas amigas me esperam para beber, ver mais algum filme, falar sobre sexo (ou a falta de), rir de nada e de tudo. Olha, ele diz, queria sentir raiva de você, mas não consigo e sorri. E eu vou embora, boa noite e tchau. Assim mesmo, sem beijo, sem nada. E eu tenho vontade de o chamar de volta, de falar que sou louca por ele, que o amo sim, que o aceitaria de volta sim, que mudaria sim, que até te aceitaria galinha como sempre foi, mas quer saber? Não! Não te aceito, falei tudo isso, mas falei na terceira pessoa, bêbada, falei por impulso e nosso contrato já venceu, nosso lance já passou. Hoje eu sei disso, só não me chame mais pra conversar, por favor, não tente se auto-afirmar tanto assim, não pra mim, não também pra auto-afirmar a minha loucura pra você, meu amor por você, meu quase amor por mim.
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